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Comprar ou alugar um imóvel? Eis a questão!

<paposerio>

Quer coisa mais gostosa que morar em uma casinha (ou apartamento, né!) e chamá-la de sua? Estar livre de aluguel é libertador. Se as coisas apertarem na sua vida financeira, pelo menos você tem onde morar e, se for o caso, tem até bom um dinheiro pra usar se vender o imóvel. Ou até mesmo aquela história de que “não posso comprar isso ou aquilo porque o apartamento não é meu”.

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Já ouvi milhares de vezes “aluguel é jogar dinheiro fora”. Mas ultimamente ando ouvindo muito “é mil vezes melhor alugar do que comprar um imóvel, veja os números!”. E a cabeça fica cada vez mais confusa!

Navegando por aí encontrei um artigo bem legal lá no Dinheirama. Abriu um pouco a minha mente e vi os prós e contras. Entendi que não existe bem uma verdade absoluta sobre comprar ou alugar, mas já vou procurar imóveis com uma cabeça mais aberta e esperta.

Veja um trecho do artigo que citei:

“Um bom exemplo de falta de planejamento e conhecimento financeiro surge de um velho conceito de que o casal precisa de um imóvel próprio para iniciar uma vida. A partir daí, verdadeiras loucuras financeiras são realizadas. Será que começar uma vida com um comprometimento financeiro de 10, 20 ou até 30 anos é algo saudável e inteligente?

“Mas o aluguel é um dinheiro que não será recuperado e a casa própria pode se valorizar, alem de ser um bem da família”. Ah sim, isso é o que normalmente ouvimos aqui e ali. E não deixam de ser afirmações significativas e emblemáticas, mas quando o assunto são as finanças pessoais devemos aprender a enxergar algumas variáveis “fora da caixa”.

Hoje em dia, um imóvel padrão de 3 quartos (o mais procurado em São Paulo e outras cidades) gira em torno de R$ 110 mil – um pouco mais ou menos dependendo da área.  Tendo como base um exemplo matemático para um financiamento de 20 anos, as parcelas mensais para esse mesmo imóvel de R$ 110 mil ficarão por não menos de R$ 1.211,00 (levando-se em conta o financiamento total do imóvel).

Como referência, o valor base de um aluguel gira em torno de 0,8% do valor do imóvel. No nosso exemplo, isso significa alugar o imóvel por cerca de R$ 880,00. Ora, se a diferença entre o valor da parcela do financiamento e o valor do aluguel, R$ 331,00, for aplicada a juros de poupança durante os mesmos 20 anos, o valor final seria quase R$  177 mil.

Este valor final, se aplicado na caderneta de poupança, com apenas com 0,5% de rentabilidade mensal, é capaz de garantir um rendimento mensal de R$ 883,37, suficiente para o pagamento do aluguel de uma casa de padrão semelhante à que se usa no exemplo. O valor do financiamento, com pagamento mensal de R$ 1.211,00 durante 20 anos, chegaria a perturbadores R$ 290.640,00.”

Leia o restante do artigo “Consciência financeira, matemática e o casamento” aqui.

</paposerio>

A noiva, ainda um pouco confusa.




2 comentários »

  1. avatar comment-top

    Como meu avô já dizia:

    Dinheiro pago pra aluguel não volta nunca mais.

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  2. avatar comment-top

    Adorei o blog pelo primeiro post que li ser sobre um assunto que adoro: dinheiro. =D
    Adoro fazer contas de como comprar imóveis, carros, etc. Acabo não comprando nada e fazendo outras contas para saber onde aplicar meu dindin. Mas essa coisa toda de contas pra comprar, contas pra aplicar, contas pra receber o dindin de volta, me deixam muito feliz e relaxado huahuahu
    Penso exatamente como o cara do dinheirama. A questão não é apenas pagar o aluguel, mas as vezes um aluguel baixo e um dinheiro sobrando bem aplicado em outro rendimento pode ser muito mais vantajoso do que enfiar tudo em um imóvel que pode não ter todas as garantias de rentabilidade. Cada caso é um caso. Estudemos ;]

    Gostei do blog já ná primeira visita.

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